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quarta-feira, abril 10, 2013

CARTA ABERTA AOS SÓCIOS DO GRUPO DESPORTIVO FABRIL

CARTA ABERTA AOS SÓCIOS DO GRUPO DESPORTIVO FABRIL 

A PARCERIA QUE O CLUBE NÃO QUER 

Sócio 2401 

A frustração e talvez uma boa dose de desespero leva-me a dirigir-me a todos os sócios do Grupo Desportivo Fabril numa tentativa de transmitir a minha visão e as minhas pretensões que claramente interessa a todos nós. Se alguma coisa aprendi sobre gestão de empresas e nomeadamente gestão desportiva, entre muitas coisas é a de que existe a norma de que os sócios é que mandam nos clubes. Desta forma, não haja dúvidas de que me dirijo aos verdadeiros patrões do Grupo Desportivo Fabril embora, aparentemente adormecidos ultimamente. Começo por fazer um apelo para que tomem consciência de que chegou a altura de todos nós, os sócios, tomarmos o verdadeiro poder sobre o nosso clube e fazermos algo para as coisas acontecerem. Digo isto, porque através dos contactos que tive com a direcção e com o clube, e da observação direta dos factos, tenho uma análise feita sobre vários aspectos que estão a estagnar completamente o desenvolvimento do clube e frequentemente o prejudicam. Mais, o meu caso prova que o clube não está a aproveitar as oportunidades. 
Confesso que escrevo esta carta num sentido interesseiro, que tenho interesses a defender e tenho intensões de tirar proveito próprio da situação, mas que também essa defesa dos meus interesses coincidem inteiramente com os interesses e necessidades de desenvolvimento do Clube. 
Ninguém me há-de censurar por isto, e se o digo é também para me afirmar desde já como uma pessoa totalmente transparente aberta a qualquer tipo de diálogo, declarando simultâneamente que as minhas intenções são as melhores e pretendo beneficiar o clube o máximo que puder. 
Chamo-me João Carlos Almeida, sócio do GDF e empresário barreirense. Apesar de sócio há relativamente pouco tempo, o GDF teve uma grande presença na minha vida desde muito novo, por variadíssimas razões, presença essa que se intensificou nos últimos meses e me levou a fazer o cartão. Em 2010 criei a minha empresa, Guilds & Gangs Unipessoal Lda. com o propósito de gerir uma loja no ramo de jogos e brinquedos. No entanto a loja adopta um modelo de negócio vanguardista e por esse motivo ser necessário existirem um série de condições ideais para o seu bom funcionamento. Infelizmente, vários problemas acumulados obrigaram-me a abandonar o espaço que tinha nos Fidalguinhos, deixando a loja sem espaço físico para a actividade. Actualmente tento reabrir a loja e recuperar a empresa financeiramente. Essa oportunidade surgiu em meados de Abril do ano passado quando fiz um acordo com a direcção do Fabril para alugar a loja do Estádio Alfredo da Silva. Esse acordo acabou por revelar-se uma precipitação da minha parte, uma vez que contava com um financiamento de recuperação que acabou por não acontecer, e as condições ruinosas no espaço impediam-me de publicitar o negócio... (para não passar vergonha!) e rentabilizar o pouco stock disponível, perdendo o espaço de actividade pela segunda vez. 
Entretanto, nasceu a vontade de trabalhar com o clube principalmente após a identificação dos seus problemas e dificuldades e elaborei uma fórmula de cooperação que salvará a minha empresa da ruína exactamente ao por esta ao serviço do desenvolvimento do clube a custo zero, apresentando á direcção, após várias insistência da minha parte a proposta final: 

INTRODUÇÃO  

Verificando-se as dificuldades actuais da empresa Guilds & Gangs Unipessoal Lda. (G&G) acredito totalmente na reabertura da sua loja e na recuperação financeira através de uma parceria com o Grupo Desportivo Fabril (GDF) pondo-se a primeira ao serviço da segunda, sendo, as possibilidades, qualidades e conhecimentos desta empresa e do seu empreendedor, reciprocamente um grande contributo para o desenvolvimento do clube. 
O GDF possui actualmente um altíssimo potencial de rentabilidade e de valorização social mas depende do trabalho de pessoas que dedicam o tempo e energia disponíveis em primeiro lugar à família e à profissão e só depois a pouca que resta ao clube. 
Louvam-se os projectos sustentados por treinadores, famílias, amigos das modalidades e pela direcção realizados no Complexo, com mérito mais do que merecido, mas esta falta de recursos humanos limita a rentabilização tanto dos eventos como do clube em si. 
Com a empresa e o empreendedor, disponibilizo uma entidade empresarial com meios humanos e intelectuais que se podem concentrar a tempo inteiro a essas necessidades. 
Reclamo assim a missão de criar, gerir e administrar recursos comerciais ao serviço do GDF respondendo também às necessidades culturais e desportivas do clube e da região. 
A implantação da loja desta empresa no complexo, constituirá principalmente uma base de operações para o trabalho a desenvolver com o GDF mais, um espaço aberto ao público 12 horas diariamente onde este pode vender o seu merchandise e publicitar-se a ele próprio. 
Porém, dado à impossibilidade financeira actual, a Guilds & Gangs Unipessoal Lda. precisa da confiança e abertura do Grupo Desportivo Fabril para que esta continue a existir e leve a cabo o trabalho que se propõe a realizar. 
A G&G necessita que o GDF ceda um espaço onde a loja possa funcionar durante um período de 12 meses sem compromisso, de forma a que esta recupere a sua actividade em pleno e equilibre-se financeiramente. Durante o mesmo período, pretende-se criar padrões de parceria com o clube e iniciar as séries de eventos que o valorizarão socialmente. 

VALORIZAÇÃO SOCIAL 

Portugal é um país de futebol e o seu público é aparentemente a principal referência do valor de um clube. Assim, o investimento focado na modalidade acaba por ser a melhor estratégia de gestão adoptada e a adoptar pelas direções. 
Porém, e apesar de o fazermos frequentemente como espectadores ou adeptos, é errado confundirmos clubes desportivos com clubes de futebol no âmbito da valorização social e cultura desportiva, dois dos factores que mais valorizam os clubes e que quantificam a sua rentabilidade e os qualificam. 
Apesar do futebol ser o instrumento principal da rentabilização dos clubes, isso não quer dizer que estes só tenham valor e produzam riqueza se tiverem uma equipa de futebol 11 na primeira divisão. Muito pelo contrário. Qualquer clube na realidade pode e deve ter o seu peso social e importância para a população, não através do número de adeptos de futebol e dos seus resultados desportivos, mas sim pela forma como é identificado, por aquilo que representa para o público, mesmo para adeptos de outros clubes ou mesmo para quem não tem interesse nenhum em desporto. 
Como todos sabemos, a universalidade e ancestralidade do desporto caractrizam-no como um dos fenómenos de maior influência na sociedade e elemento fundamental da condição humana devendo a existência dos clubes corresponder a essa realidade, servindo a sociedade proporcionando condições ideais para a prática desportiva e promovendo a sua cultura.
Mas longe vão os tempos em que a paixão dos adeptos e resultados desportivos eram suficiente para sustentar os clubes. Hoje em dia é defendido por todos os teóricos de gestão desportiva que o desporto, mais concretamente, que os clubes desportivos para serem sustentáveis devem ser vistos como empresas e os seus sócios e adeptos como clientes, mais ainda, que como empresas devem pensar como público alvo a população em geral, (adeptos de outros clubes e quem não tem interesse nenhum em desporto, como foi referido em cima) e como tal, ser essencial criar atrativos para o desenvolvimento de uma actividade comercial. Porém essa atração do público por um clube não depende necessariamente apenas do futebol ou do desporto em si, sendo possível o desenvolvimento de ideias que façam uma pessoa gostar e sentirem-se bem em relação a um (ao seu) clube. 
Os sócios, neste caso, os clientes de um clube, não devem ser meros apoiantes que praticam a caridade para com uma instituição, mas devem sim perceber e reconhecer o valor daquilo em que investem, e quanto mais valor reconhecerem mais investirão. 
Nesta realidade, os activos do clube não só devem agregar os jogadores e os recintos mas também os adeptos e o público em geral, pois é justamente no equilíbrio destes elementos que se consegue a maximização das receitas. O sector do desporto é extremamente lucrativo quando bem aproveitado, não só para os clubes mas também para as empresas ligadas aos eventos, não só através das modalidades em si, mas também através da venda de produtos ao público e serviços associados tais como a publicidade e outros. Paralelamente consegue-se um clube com o qual os adeptos se identificam verdadeiramente. 
Neste quadro de ideias é necessário utilizar um sistema de processos que devem resultar na entrada da gestão do clube num ciclo vicioso benéfico onde se maximiza o seu valor social e a sua rentabilidade enquanto simultâneamente se minimizam os custos. O clube deve ser capaz de executar o maior número possível de tarefas e resolver o maior número possível de problemas internamente sem necessidade de as pagar ou proceder a subcontratações. E quando tiver que o fazer, que seja dentro da melhor relação qualidade/preço.  
Um dos processos mais importantes é o da identificação e avaliação de recursos disponíveis e partindo dessa primeira análise desenvolverem-se estratégias de rentabilização desses recursos. É necessário um pensamento sério sobre todo o equipamento, espaço e meios humanos disponíveis e de que forma estes podem ser usados em prol do clube, não esquecendo a criação própria de novos recursos, que não só preenchem lacunas do processo anterior mas também porque isoladamente aumentam os meios de rentabilização e valorização social. 
O processo de identificação de problemas e desenvolvimento de estratégias para a sua resolução, é um processo que deve ser feito sistematicamente, por sua vez apoiado pelos outros dois processos uma vez que a resolução de problemas tem na sua grande maioria solução em recursos disponíveis ou na criação destes. Trata-se de um sistema de processos triangular onde qualquer um deles se relaciona com os restantes ou que funcionam isoladamente com o mesmo propósito e resultados evidentes. 
Simultâneamente se aumenta o interesse do público pelo clube e o seu valor social, aumenta o interesse de investimento por parte deste e das empresas patrocinadoras, resultando em maiores receitas que eventualmente aumentam a qualidade dos equipamentos e recintos aumentando a possibilidade de melhores resultados desportivos. 

PROPOSTA DE PARCERIA 

 O GDF proporcionará durante um período de 12 meses sem compromisso de renda, um espaço para a loja G&G funcionar na sua atividade de Comércio a retalho de jogos e brinquedos e Organização de eventos. Mensalmente a loja informará a direção sobre o seu volume de negócios e negociará uma percentagem dos seus lucros a reverter para o clube. 
A loja comercializará todos os produtos de merchadise do GDF revertendo os lucros dessas vendas totalmente para o clube. A loja, pode ainda vender os bilhetes dos eventos desportivos com controlo rigoroso sobre os bilhetes com preço de sócio verificando as cotas em dia. 
Propomos a criação de uma mascote para o GDF direcionado aos mais jovens, expandindo as possibilidades da criação de merchandise com o nome do clube e abrindo novas áreas de comunicação com os sócios. O merchandise relacionado com a mascote será vendido na loja com as mesma condições acima indicadas. 
Pretendemos realizar eventos atrativos para a população que gerem receitas através de taxas de participação, taxas de assistência, venda direta de produtos ao público e/ou verbas de patrocinadores. Caso a caso, será negociado a verba a atribuir a cada uma das partes, havendo a possibilidade de em certos casos a verba reverter totalmente para o clube. 
Esses eventos incluem por exemplo, a organização de eventos desportivos amadores e radicais e concertos musicais. A G&G pode organizar e rentabilizar festas comemorativas no clube.
De uma maneira geral, a G&G propõe-se a seguir os processos referidos em Valorização Social em prol do GDF.
Outros projectos serão apresentados oportunamente. No final do período de 12 meses, a situação da parceria será analisada á qual se proceder-se-ão contratos efectivos. 

Este acordo está a ser totalmente ignorado. A única resposta que tenho da direção é silêncio e sou incapaz de obter um reunião para o diálogo. Entretanto esse silencio já me custou um investidor, bastante interessado nesta cooperação. Várias empresas e colaboradores mostram-se interessadas e esperam alguma decisão. Continuo o meu apelo aos sócios pedindo o vosso apoio e qualquer tipo de ajuda para levar a cabo a minha visão, para que me seja possível trabalhar com o clube valorizando-o e contribuir para a resolução dos seus problemas. Que me deixem trabalhar no sentido de conseguirmos um clube melhor, mais bonito, moderno, mais activo e comunicativo, e mais valioso para o Barreiro e Portugal. Que me deixem criar postos de trabalho e riqueza. Eu acredito ser possível e espero que vocês acreditem também. 

 VIVA FABRIL!

12 comentários:

  1. Meu caro concidadão, o projecto é realmente arrojado e muito interessante e, "ouvir e ser ouvido", acho que não vem mal nenhum ao mundo, da parte da Direcção realmente deveria haver uma abertura nesse sentido até porque neste momento o GDF está necessitado de uma infraestrutura deste género e pelo que li, realmente o seu projecto não é de se deitar fora, pelo contrário temos que a aproveitar e talvez até melhorá-la. Mas devo-lhe dizer que neste momento a direcção está muda não só para si mas mais grave ainda é estar de costas voltadas para os sócios que nos últimos tempos os poucos que ainda acreditavam nesta direcção também já não são ouvidos, nem acreditam nela. Meu caro eu sei que gostaria de apresentar à Direcção o seu projecto, mas com gente desta na mesma só mesmo talvez para o ano (Ano de Eleições), pode ser que as coisas se alterem e apareça alguém nos rumos da GDF com pensamento mais arrojado para proceder a esse e outros projectos para relançar as receitas do clube noutro patamar e ajudar também na criar mais empregos no nosso concelho, em que todos sairiam a ganhar. Mas tudo farei para que esta Direcção ainda tenha a paciência de o ouvir a si e outros empresários que se mostrem interessados no espaço do GDF para apresentarem propostas num crescimento sustentado para o clube. Até lá um abraço e aguarde....
    José Lourenço - Sócio 1090

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  2. Boa tarde,

    Para começar quero dizer que infelizmente hoje em dia são muitos os "empreendedores" que se tentam aproveitar de clubes e instituições em dificuldades para proveito próprio, concordo que o espaço do GD Fabril possa e deva ser utilizado para benefício do clube no entanto, que garantias oferece o senhor? Na sua carta aberta fala que não teve viabilidade financeira no seu negócio anterior, e quando utilizou o espaço do GD Fabril também não. Tenho um filho com 10 anos e levei-o ao seu espaço para jogar ao Pokemon, e o que encontrei, por decoro não vou descrever, mas um antro, seria um elogio neste caso. Por fim quero por em evidência que as suas contrapartidas pouco valor acrescentam, já o clube pode ter isso a custo zero e sem ceder património a terceiros.
    Carlos Manuel

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  3. Se me permite responder, sr. Carlos Manuel, ao referir o "antro" refere-o muito bem, estou completamente de acordo, mas o antro não é meu e não fui eu que o fiz. Uma vez ao ocupar o espaço esperava duas coisas: financiamento de recuperação para minha empresa que acabou por não existir (à semelhança de milhares de outros empresários portugueses), e segundo contar com a paciência dos clientes fidelizados para rentabilizar o stock existente. Da forma como me entregaram a loja seria totalmente impossível publicitar mais o negócio, uma vez que casas de banho não existiam e tive que lidar com baratas de 7 cm a passearem pelo recinto. Muito sinceramente não me agradou nada receber, principalmente crianças em tais condições. Sem falar na falta pintura, infiltrações, instalação eléctrica perigosíssima, etc. etc. Uma primeira e única visita não dá para avaliar as necessidades de obras, mas depois de ter estudado minuciosamente as condições posso afirmar seguramente, (segundo as minhas contas) que o espaço precisa de no mínimo 10 mil euros em obras, verba totalmente insuportável para o pequeno empresário. Contraponho a sua afirmação de que me quero aproveitar do clube, ainda mais porque o clube não tem rigorosamente nada de onde eu me possa aproveitar, e não estou a pedir cedência de património. Talvez não me tenha explicado bem, mas o que tentei dizer foi que, em primeiro lugar a cedência do espaço é temporária, e estou disposto a pagar qualquer renda ao clube findo esse prazo e segundo que os meus interesses coincidem com os interesses do clube. Caro Carlos Manuel... estou farto e deixa-me bastante triste que a alcunha do Fabril seja "o clube dos velhos"... ou o clube onde nada se passa. Mais, deixa-me muito triste quando ex-atletas não reconheçam o seu próprio clube até ser referenciado o Grupo Desportivo da Quimigal ou o Grupo Desportivo da CUF. Mais, deixa-me muito triste ver o clube ser enxovalhado e ridicularizado publicamente pelos outros clubes da região e talvez com razão. Deixa-me ainda muito mais triste quando o bar é assaltado, quando roubam as baterias das carrinhas, quando vandalizam a torto e a direito o nosso clube. Deixa-me triste ver um site do fabril horrível na net... a falta de comunicação... as dificuldades de resolver problemas... principalmente o silêncio... Não sou nenhum super homem e não sou capaz de resolver todos os problemas do Fabril, no entanto tenho conhecimentos e capacidades para dar pelo menos o primeiro passo nesse sentido. Não sou o único, muitos mais haverão, mas a diferença é que estou disposto a fazê-lo sem custos para o clube apenas pela troca de um espaço, que até pode ser um pedaço de terreno baldio onde eu possa rentabilizar uma loja e salvar a minha empresa.

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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  5. Sr. Carlos Manuel, peço desculpa por não me ter feito entender da melhor forma. Estou convicto que expresso claramente na carta que as minhas intenções são as de beneficiar o mais possível o Grupo Desportivo Fabril.

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  6. Devido ao lapso da minha parte quero esclarecer que o nick "Freakman" da mensagem anterior é meu e que o uso exclusivamente no universo dos jogos online. Peço desculpa.

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  7. Independentemente do interesse do projecto para o GDF, acho que a direcção deve responder à proposta efectuada:
    1º pela imagem do Clube; 2º porque é sócio;
    3º porque não faz muito tempo ouvi um discurso do nosso Presidente a pedir mais colaboração por parte dos sócios. Bom, pelos vistos temos um sócio a oferecer colaboração....

    Dias
    Sócio nº 865

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  8. Da minha parte tens o meu apoio, e tens toda a razão quando dizes que o fabril é o clube dos velhos com muita pena minha, mas tenho esperança que essa situação mude com a tendêcia para a pratica de desporto no nosso clube pelos miudos hoje em dia. Eu cá ainda sou jovem mas sou sócio desde puto, acompanho sempre os jogos do clube e apoio-te totalmente mesmo não te conhecendo. Talvez por ser o clube dos velhos não percebem a teu objectivo. Agora realmente dúvido é que com o imobilismo deste presidente consigas alguma coisa...acho que a única coisa a fazer (e dado que és sócio do clube) é conseguires levar o teu assunto a uma assembleia! decerto vou estar lá e apoiar o teu projecto! ;)

    Hugo
    Sócio nº943

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    1. Atenção... não sou EU que digo que o Fabril é um "clube de velhos". São depoimentos que eu recolho na rua. É a própria população que o diz e principalmente miúdos que participam nas escolas de desporto do Fabril. Quando a minha loja funcionava nos fidalguinhos tive vários desses atletas a frequentá-la diariamente.

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  9. A muitos anos que eu venho afirmando que o mal geral do concelho Barreiro são os velhos do Restelo, o concelho do Barreiro podia ser no presente a maior potência ou uma das maiores potências nacionais em termos desportivos, desde há uns anos para cá que existe uma mentalidade no concelho do Barreiro em termos gerais do tipo deixa andar ou deixa estar como está,quem perde com este tipo de mentalidade são as entidades ou clubes do concelho do Barreiro, focando agora somente no Fabril clube que eu respeito e admiro por ser da minha terra mas admito desde já que para ser honesto e sincero que simpatizo ligeiramente mais com o FC Barreirense, bem adiante desde de há muito tempo que eu não consigo compreender como é que o GD Fabril com as condições que tem, com um complexo desportivo de 5 estrelas, com uma área envolvente ao complexo desportivo espectacular de fazer inveja, com tudo isto de bom que acabei de citar como é que o Fabril não consegue tirar proveito disto tudo ou seja rentabilizar o seu complexo desportivo, ou seja o Fabril tem um complexo desportivo na minha opinião de 5 estrelas que não esta funcional, o Fabril se conseguisse tirar partindo do seu complexo poderia ter duas ou três modalidades ao mais alto nível em termos nacionais e outro aspecto atrair mais gente para ao seu complexo em criar condições de criar uma sede social como por ex. do Luso ou do Barreirense, ou seja vejam o Paços de Ferreira não tem 10 por cento das condições do Fabril e andam anos ao mais alto nível no futebol com salários em dia, digo o Paços mas haveria mais exemplos de outros clubes que não tem 10 por cento das condições do Fabril e tem mais sucessos desportivos em termos de Hoquei, Basquete, Futebol e restantes modalidades, agora eu gostava de ver o Fabril com o seu complexo desportivo a ter mais sucessos desportivo tem todas as condições para o ter, as ideias novas ou opiniões novas são sempre bem vindas partem elas de onde partirem devem ser sempre ouvidas e respeitadas e se for para o bem do clube melhor, tenho imenso respeito pelo o GD Fabril admiro a sua historia desejo as maiores felicidades.

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    1. Eu podia-lhe explicar porque é que o fabril tem tantas dificuldades em gerir o complexo amigo...mas eu até pensava que isso já estava desmistificado hoje em dia e que já toda a gente sabia o porquê. O clube andou anos a ser sobrecarregado por dividas deixadas pelos supostos "trabalhadores" do pós 25 de Abril. Hoje em dia e deste sempre a câmara do barreiro poucos apoios ou nada deu ao clube, pois o que queria era que o clube acabasse para assambarcar o complexo desportivo (esta estratégia chegou a ser assumida por executivos camarários). Consegue imaginar por exemplo quanto custa a manutenção do grande complexo que você diz e bem "espectacular"? Pense só quanto é que o clube poderá pagar de electricidade todos os meses, com tantos atletas a treinar diariamente...há perguntas que basta pensar um bocado e tem-se logo a resposta amigo...

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    2. SR. Anónimo temos a mesma ideia mas você disse por outras palavras, ou seja você foi mais directo no assunto, concordo por inteiro com as suas palavras e eu também podia ter sido mais radical e mais duro mas contive o meu comentário, há perguntas que basta pensar um bocado e tem-se logo a resposta é verdade mas depende do teor e do contexto mas to em pleno de acordo consigo.Abraço

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